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E o poste se foi!

Finalmente, conforme agendado pela CELESC, o poste que ficava em frente da nossa casa foi retirado na quarta-feira, dia 20/04.

Como era de se esperar, nem tudo foi perfeito. No início da manhã, perguntamos ao responsável pelo serviço se precisávamos fazer alguma coisa, se era necessário o acompanhamento de nosso eletricista ou algo assim. Ele respondeu que não, para ficarmos tranquilos que o serviço era todo por conta deles.

Pois bem. Eles mudaram o poste de lugar e religaram a energia elétrica. O problema é que cortaram os cabos de outras empresas que passavam por ali (NET e Oi) além de arrebentar dois canos da rede de água. No meio da tarde (lembrando que era véspera de feriadão), os vizinhos me ligaram desesperados porque estavam sem TV nem telefone.

Entrei em contato com a CELESC que me disse simplesmente que nada podiam fazer. Eu que entrasse em contato com as empresas que tiveram os cabos arrebentados para providenciarem o conserto. Pode? Fiz isso e, felizmente, no início da tarde de quinta-feira tudo estava restabelecido. Mas foi um transtorno enorme conseguir o serviço no feriado.

Abaixo, fotos do "antes" e depois" do poste. Na segunda foto, ele nem aparece pois está mais à direita:


A força das redes sociais

Lembram da história do poste, que eu havia pago pela retirada em novembro e até agora nada? Se não lembra, é só ler o post anterior, logo aí abaixo.

Pois é. Depois de tentar por semanas uma resposta da CELESC, bastou publicar a historinha aqui, no meu outro blog e no twitter, que recebi agora pela manhã uma mensagem da ouvidoria da CELESC me informando que "em contato com setor de projeto a obra será executada dia 20/04/11".

Duas considerações a respeito: primeiro, méritos para a empresa por estar conectada às novas mídias e saber a importância de não deixar esse tipo de reclamação tomar corpo; segundo, é impressionante a força das redes sociais atualmente. Já havia lido/ouvido relatos similares, mas foi a primeira vez que pude constatar esse poder na prática.

Vamos acompanhar, dia 20 eu volto a falar sobre o assunto, informando se o serviço foi mesmo realizado.

E o poste ainda esta lá!

Se você acompanha o blog desde o início, deve lembrar que no início de novembro (assim que começou a obra) eu escrevi sobre um poste que está bem na frente do terreno.

Pois muito bem. No dia 03 de novembro, paguei o valor pedido pela CELESC (mais de R$ 2.000,00) para que fosse providenciada a mudança do poste de local. Na época, o responsável me garantiu com uma "precisão" suiça que "em 30 dias, no máximo 60, o serviço será executado".

Pois bem, lá se vão 150 dias, completados nesse sábado e até agora... NADA! Venho telefonando toda semana para a empresa cobrando a execução e, invariavelmente, a resposta é que falta material para fazer o trabalho. Peraí, 5 meses e ainda não conseguiram material? Depois reclamam quando botamos a boca no mundo contra essas empresas públicas...

Tinha um poste no meio do caminho...

...no meio do caminho tinha um poste!

Parafraseando (e adaptando) Drummond, vou explicar porque o eletricista não pôde fornecer o orçamento para a instalação elétrica inicial.

Bem em frente ao nosso terreno, quase no meio, tem um poste, como pode ser observado na foto abaixo:


Em tese, ele não atrapalha a entrada da casa, nem dos carros. Mas, convenhamos, esteticamente fica medonho esse mostrengo na frente da casa. Felizmente, tem solução (embora, como toda solução em obra, tenha um custo embutido).

Fizemos uma consulta à concessionária de energia local (CELESC) sobre a possibilidade de mover o poste, transferindo para a extrema com o lote vizinho. Eles disseram que sim, é possível, desde que paguemos pelo material e mão de obra. Fizeram um projeto e um orçamento de R$ 2.000,00 para realização do serviço (ai, que dor no bolso!).

Embora com muita tristeza, resolvemos executar o projeto e retirar o poste. Não queremos conviver por muitos anos com esse troço bem na entrada de casa. Ainda teremos que ver com os vizinhos que usam o mesmo poste como vai ficar a ligação deles, mas penso que isso vai ser tranquilo.

Como não sabemos - ainda - se o poste vai ser deslocado para a direita ou para a esquerda do terreno, o eletricista ficou impedido de dar um orçamento, já que a distância que o poste vai ficar da nossa entrada de energia vai determinar a quantidade exata de fios e material necessário. Na próxima quarta (03/11), vamos saber exatamente a localização e então teremos o orçamento.

Ah, postezinho sem-vergonha!

Sobre o blog

Esse blog é o relato das nossas experiências ao construir uma casa em Florianópolis.

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